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Você sabe se proteger contra as fake news?

Você sabe se proteger contra as fake news?

Fake News

Vivemos na era da informação, em que tudo acontece agora e ao mesmo tempo. Chamada também de “era digital”, esse período foi inaugurado no final do século XX, quando fluxos informacionais em todo mundo foram dinamizados e digitalizados. Os avanços tecnológicos que experimentamos hoje são provenientes da Terceira Revolução Industrial, que criou e expandiu um meio de comunicação ditado pela informática e pela internet, o ciberespaço.

Bombardeio de informações

Estou certo de que você já parou para pensar o quanto somos bombardeados de informações por todos os lados e a todo tempo, por notícias verdadeiras e falsas. Infinitas combinações de algoritmos permitem que textos, sons e imagens sejam transformados – e até propositalmente alterados! Quem já não deu de cara com uma fake news em seu perfil nas redes sociais ou recebeu um link suspeito em aplicativos no estilo “corrente”? E, então, o que você fez: ignorou e apagou a mensagem ou compartilhou?

É exatamente por meio do ciberespaço que as notícias falsas são rapidamente viralizadas, com a ajuda de robôs. Segundo um estudo publicado pela Universidade de Oxford, boa parte do tráfego da internet é feito por bots, programas que simulam ações humanas padronizadas repetidas vezes. Eles são capazes não só de fazer um tema virar tendência, atacar uma pessoa famosa ou espalhar um boato, mas também podem ser usados como uma forte arma política.

 

De onde veio o termo “fake news“?

Foi com a chegada de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos que o termo fake news ganhou notoriedade. Ele acusa grandes veículos de comunicação do país de publicarem notícias inverídicas sobre seu governo. Em contrapartida, também é acusado de ter utilizado sistemas de fake news para prejudicar a adversária Hillary Clinton durante a corrida eleitoral.

 

Como diferenciar uma notícia real de uma fake news?

E você, sabe diferenciar uma notícia real de uma fake news? Estudiosos e cientistas tem trabalhado arduamente para encontrar uma solução. Creio que unir a criação de sistemas de barreira com os algoritmos e aperfeiçoar alertas, além de aprofundar os ensinamentos de análise de texto e de crítica dos usuários, é a saída. E alguns recursos já estão sendo colocados em prática.

 

O que está sendo feito para combater a fake news?

No início deste ano, o Facebook anunciou que está investindo em dois projetos brasileiros que visam combater a disseminação de notícias falsas. O primeiro deles é o “Vaza, Falsiane!”, que espera ensinar aos usuários como reconhecer notícias potencialmente falsas. O software “Fátima” é a segunda iniciativa apoiada pelo Facebook. Capaz de dialogar com usuários da rede social por meio do Messenger, o chatbot poderá ajudar a identificar fake news checando fatos de uma conversa comum, sem a necessidade de interação humana.

 

Até a polícia está combatendo

A PF está se articulando para evitar a propagação de notícias falsas nas eleições presidenciais de 2018. Um grupo foi criado com a intenção de combater boatos sobre candidatos, a fim de garantir o direito de escolha do cidadão, independente de ações mal-intencionadas que possam influenciá-lo. A ideia é apresentar ao Congresso Nacional uma proposta de lei que classifique crimes de fake news e dê bases para a PF atuar e pedir a remoção de conteúdo enganoso da internet durante o período eleitoral.

 

Percebem como a tecnologia é uma via de mão dupla? Ao mesmo tempo em que ela é o meio para a disseminação das notícias falsas, são nesses sistemas que encontramos proteção contra o compartilhamento de boatos. Graças à qualidade do ensino do UNIBTA, acredito que profissionais formados pelo nosso corpo docente nas áreas de tecnologia, gestão e administração também estão sendo agentes de solução no desenvolvimento e aperfeiçoamento de procedimentos sistêmicos digitais para controle das fake news.

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